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Histórias: O planejamento de uma volta ao mundo

Quantas vezes você já ficou imaginando diversos roteiros de viagens, possibilidades, quanto irá gastar... mas no final nunca tirou isso do papel? É normal isso acontecer, muita gente faz isso pois as vezes realmente falta algo que te empurre e te mostre que é a hora de ir.

Conhecemos o Fábio, um cara super animado e cheio de histórias para contar (aliás ele conta tudo no blog Meio Mundo). Logo trocamos uma ideia e pensamos em como toda aquela experiência e preparativos para uma volta ao mundo seria importante para outras pessoas, afinal, para ele esse momento havia chegado e nada melhor do que sair por aí atrás de coisas novas.

Para o Fábio foi assim... simples! E realmente as vezes isso pode ser mais fácil do que parece! Então se liga nessa história e se inspire nessa incrível experiência de vida que não tem data pra acabar:

O planejamento de uma volta ao mundo | por Fábio Nascimento

Você tem a vontade de dar a volta ao mundo mas a ideia nunca sai do papel? As vezes isso pode ser mais fácil do que parece! Para o Fábio foi assim... simples! Então se liga aí nessa história que é uma incrível experiência de vida e que não tem data pra acabar. ;)

Posted by Brothers Descobrem on Terça, 10 de março de 2015


Valeu meeesmo Fábio! Nos vemos pelo mundo!
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Histórias: A rota do vinho no sul do Brasil


Uma viagem com toda a família reunida se tornou uma experiência incrível. Com um roteiro feito há anos, a Gabriella nos contou a sua história, onde a vontade da sua mãe fez com que tios, primos e avós se empolgassem e caíssem na estrada.

Vejam a história dela rumo ao sul do país:

A viagem já está escrita e preparada a muito tempo. Minha mãe fez o roteiro há alguns anos atrás e queria que a família conhecesse, ela queria ir para Porto Alegre, Bento Gonçalves, Gramado e Canela, parando pra conhecer algumas cidades no caminho. A viagem foi uma excelente escolha e melhor ainda foi levar toda a família junto. Foram meus pais, irmã, tios, primos e avós, um grupo de 10 pessoas e olha, não foi fácil administrar. O caminho para conhecer tudo que queríamos era simples: ir de avião para Porto Alegre e lá alugarmos dois carros pra viajarmos nas serras gaúchas. Foi fácil e prático, tudo de forma independente e decidido entre nós.


A cada novo lugar que descobríamos, a tradição e a cultura chamavam mais atenção. Em Porto Alegre a cultura gaúcha é mais forte. Já no interior do estado o que se destaca é a cultura das colônias que povoaram os lugares no início. Em Bento Gonçalves, por exemplo, encontra-se muito da cultura italiana, elas são percebidas nas construções, na comida e nos costumes. As pessoas tem o sotaque forte, o que eu particularmente gosto muito de apreciar.

Confesso que adorei as descobertas gastronômicas. Apreciei bastante o churrasco gaúcho, mas nem tanto o chimarrão. A polenta frita também é muito boa. Os chocolates de Gramado e Canela são maravilhosos, os chocólatras de plantão não podem perder. Dentre os lugares, gostei mais das cidades do interior. Porto Alegre, por ser uma capital, é uma cidade muito populosa, coisa de metrópole. Já as pequenas cidades tem um charme especial e foi em Bento Gonçalves que descobri coisas incríveis.


O Vale dos Vinhedos, que fica na saída de Bento Gonçalves, consiste em uma vila, com casinhas bem bonitas, capelas e uma estrada que passa por várias fábricas de vinhos e propriedades que produzem sucos e outros produtos feitos com uva. O caminho é incrível, cheio de parreirais extensos. Além disso, o ambiente de cada vinhedo é encantador. O vinhedo Miolo, por exemplo, tem um jardim imenso, com lago, árvores e banquinhos. Já o Cave de Pedra é um castelo estilo medieval, todo de pedra, com torres e corredores. É possível andar pelos jardins e vinhedos sem pagar nada, porém as fábricas ficam abertas para visitação e cobram entre 10 e 15 reais para o passeio com guias locais, eles te explicam tudo e no final revertem parte desse valor para consumação.

Definitivamente o Vale dos Vinhedos é um lugar incrível, vale muito a pena colocar o pé na estrada e ir conhecer a rota do vinho no sul do brasil.














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Vale dos Vinhedos
  • RS-444
  • Bento Gonçalves, RS

Histórias: Uma visita ao Central Park


Pra muita gente trabalho é sinônimo de insatisfação. Aquela velha e longa busca por coisas que você gosta de verdade e que parece nunca encontrar. Pode ser difícil para uns, mas para outros o trabalho pode abrir muitas portas, tanto profissionalmente como para conhecer novos lugares. Desenvolver um novo projeto no trabalho e viajar para apresenta-lo foi a oportunidade que a nossa brother Renata achou para pegar o avião e ir conhecer Nova York.

Tudo começou quando eu e mais 4 amigas do trabalho desenvolvemos um novo projeto e fomos selecionadas para apresenta-lo em White Plains. Como teríamos um pouco de tempo livre, decidimos aproveitar e esticar a viagem para conhecer Nova York.


A viagem começa a ficar especial quando você nota que Nova York é um lugar onde qualquer pessoa consegue se encontrar! Lá tem espaço para todo mundo, pessoas de todos os cantos, onde quer que você vá, seja nos pontos turísticos, nas lojas, nos restaurantes, no metrô..., isso torna a cidade um lugar com uma incrível diversidade!

Por conta do curto período que ficamos por lá, optamos por conhecer os pontos turísticos mais conhecidos. Você consegue chegar a qualquer lugar só utilizando o metrô, então pegamos um mapa na recepção do hostel e montamos o nosso trajeto. Desde o momento que chegamos na cidade já começamos a nos sentir dentro de um filme! É impressionante como em qualquer lugar da cidade que você esteja você lembra de algum filme ou seriado!


No primeiro dia fomos conhecer a Estátua da Liberdade, a Wall Street e o 9/11 Memorial. No segundo dia começamos visitando uma das ruas mais famosas de Nova York, a Times Square. De lá fomos andando até a "The New York Public Library", uma biblioteca pública enorme. Também conhecemos o "Central Terminal", a 5th Avenue, o Rockefeller Center e o Empire State Building, onde enfrentamos filas intermináveis até o observatório que fica no 86º andar.

Porém, o melhor estava reservado para o final. Já no nosso terceiro e último dia decidimos tomar café da manhã no Central Park. Escolhemos um espaço no gramado e lá ficamos, naquele lindo lugar com a companhia de muitos passarinhos e alguns esquilos. O parque é enorme e dá para passar o dia inteiro sem enjoar! Em meio uma cidade gigantesca, impressiona o clima super agradável e o momento de paz e tranquilidade que podemos ter. Vale muito a visita e todo o tempo gasto!














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Central Park
  • 59th St to 110th St
  • 5th Ave to Central Park West
  • New York, NY

HIstórias: Phillip Island e a marcha dos pinguins


Então é chegada a hora de viajar e fazer todo o roteiro planejado, nele continha: 4 amigas dentro de um carro, 5 cidades diferentes e coalas e pinguins no meio do caminho. Essa é a história da Lilian que foi pra Austrália se divertir e descobrir coisas novas.

A ideia de viajar para a Austrália era alugar um carro e  fazer uma viagem bem famosa na terra dos cangurus: percorrer cerca de 1.100 km de estrada entre as duas maiores cidades, Sydney e Melbourne.

Foram 3 dias, muitas surpresas e paisagens cinematográficas, mas foi já no final da viagem que veio a grande descoberta. Saímos de Melbourne às 18h com destino a Phillip Island para ver a chamada "Penguin Parade". A parada dos pinguins, como poderíamos chamar em português, é a volta pra casa dos menores pinguins do mundo. Bem menores que os encontrados na Antártida e na Patagônia, esses lindos bichinhos nadam o dia todo em busca de alimento. Pouco antes do anoitecer, eles voltam para suas casas, onde suas fêmeas e filhotes esperam famintos. Ali alimentam a família e descansam um pouco até a manhã seguinte, quando partem novamente para o mar, na eterna busca por sobrevivência.


Nosso anfitrião na cidade, Rob, um simpático australiano que conheci no Rio, fez questão de nos levar até lá de carro (foi ele também que nos hospedou em Melbourne e nos contou sobre esse tesouro ali pertinho). Chegamos num anoitecer de chuva fina, direto para a praia perto de onde os pinguins vivem. É possível sentar na areia, que é cercada com cordas para impedir que a falta de consciência ou excesso de curiosidade de algumas pessoas acabe com a vida selvagem que resiste no lugar. Também não é permitido fotografar, a luz forte dos flashes assusta e pode causar danos aos animais.


Poucos minutos depois de chegar no local, vimos a parada, são diversos grupos de pinguins que saem da água e vão correndo pela areia em direção à mata atrás da praia, onde ficam suas casas. Alguns grupos passaram a cerca de 2 metros dos nossos olhos! A marcha desses pinguins dura mais de 1 hora.

A área onde esses pinguins mantém seus ninhos é protegida pelo Penguin Parade National Park (www.penguins.org.au) e certamente é por isso que eles ainda existem no lugar. Durantes os 365 dias do ano, é possível vê-los aos montes, voltando pra casa. Para isso é preciso pagar 21 dólares australianos, o que, ao meu ver, é mais do que certo e muito compensa! A Austrália é um pais especial não apenas por suas belas paisagens, lá encanta como homens e animais selvagens dividem o mesmo território e vivem tão próximos, provando que o direito à terra é de todos!












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Penguin Parade
  • Philip Island
  • Summerland, VIC

HIstórias: Cabeço, uma descoberta no nordeste


Que tal pegar as férias tão esperadas e se jogar em uma viagem para um lugar totalmente desconhecido? Foi isso que nosso brother Gian fez! Partiu sozinho, em busca de coisas novas!

É difícil achar um lugar desconhecido pesquisando na internet ou em guias de viagem, porém, utilizando o Google Maps foi possível contornar toda a costa brasileira e encontrar um lugar diferente. Uma imagem chamou a atenção e soou como um desafio: Cabeço, a primeira praia do estado de Sergipe, divisa com o estado de Alagoas, fora da trilha turística e ótimo para descansar e ficar em contato direto com na natureza.


Com o lugar decido era hora de saber como chegar até lá. A primeira etapa foi pesquisar na internet uma pousada próxima do local, depois, ligando lá, foi possível conseguir todo o esquema para chegar, inclusive marcar o barqueiro (ida/volta) que atravessa o rio.

No caminho você passa pela praia da Foz, que tem um lençol de água natural entre as dunas, e por um antigo farol que hoje está submerso. No começo da praia tem uma comunidade de pescadores, onde não há qualquer sinal de celular, e foi ali que decidi ficar e passar cindo dias acampado. Fui muito bem recebido, pude aproveitar a água limpa, que vem de poço artesiano, e a refeição que é é extraída da natureza e compartilhada entre todos. Por ser um vilarejo distante, geradores proporcionam energia elétrica mas às 20h é desligado, ficando sem luz durante toda noite.


O lugar é bem roots, nas praias ao redor não se vê nenhuma rua, nem qualquer comércio ou civilização, é praticamente um pedaço virgem do Brasil, com quilômetros de água, areia e mata atlântica. No céu uma vista incrível do nascer e pôr do sol. A todo momento o clima mágico do nordeste, sem chuva com muito sol e as noites bem frescas, provavelmente um dos últimos lugares remanescentes dessa forma no litoral do Brasil.



Realmente é preciso estar com disposição de se aventurar. A melhor forma de chegar é pegar um avião até Aracaju, de lá pegar o ônibus na rodoviária nova direto para Brejo Grande (R$ 20), cidade que beira o Rio São Francisco e de onde você pega o barco até a praia do Cabeço (R$40). A mulher, que é responsável pela comunidade, depois dos cinco dias não quis me cobrar nada pela estadia, entretanto fiz questão de deixar um valor de ajuda de custo e simbólico de agradecimento. Depois quando retornei para Aracaju, peguei outro ônibus mas agora até a cidade de Canindé, para curtir os cânions do Xingó, que também fica no Rio São Francisco porém bem mais pra cima e que vale demais passar ao menos dois dias.












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Cabeço / Foz
  • Rio São Francisco
  • Piaçabuçu, AL